domingo, 12 de setembro de 2010

DE VOLTA AO LAR

É muito bom voltar a fazer algo que se adorava e foi abandonado por impossibilidade. É como se voltasse à casa paterna e encontrasse a rede lavada e o lençol cheirando a alfazema esperando por nós. Há muito não conseguia manter contato com minha mais genuína amizade, pois não me fixava. Estava certa que iss seria para sempre. Que prazer quando o reencontro voltou bem devagarinho. Hoje sou paciênte para aceitar os acontecimentos devagar, no seu ritimo.

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