também se vive num constante sem vontade. vontade mesmo é de ficar na rede a pensar. o resto fica sempre pra depois. cada respiração é vida absoluta. passado e futuro não fazem o menor sentido a não ser pelo sentimento que formaram. viver sem vontade é não saber mais de cobranças, de representaçoes, de consentimentos. é um respeitar sem luta o que momento propõe. de certa forma uma especie de liberdade que o organismo nos impele. de certa forma ficamos desconhecidos para nós mesmos. e cegos para alguns costumes, enquanto visivelmente sensiveis para outras verdades. no finaãl a balança fica matematicamente
equilibrada: positivos e negativos sao quantitativamente iguais. então já da pra se curtir tambem uma surdez. é fim.
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